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| “A
Menina e a Árvore” |
 Bela
era uma menina que vivia
numa fazenda cheia de
animais de vários
tipos e cercada de muito
verde. Levava uma vida
livre e feliz. Sua melhor
amiga era uma árvore!
É isso mesmo, uma
jabuticabeira! Com ela,
a menina aprendeu muito
sobre a natureza e o meio
ambiente, aprendeu também
a escutar e entender o
vento. Até que
um dia, Bela teve que
se mudar com os pais para
a cidade grande, onde
a vida era bem diferente
da vida na fazenda.
Será
que Bela conseguiu viver
feliz longe da fazenda
e da sua amiga jabuticabeira?
Leia
a história da menina
e a árvore e aprenda
você também
com Bela e a jabuticabeira,
a proteger e amar ainda
mais a natureza!
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| “O
Burrinho Azul” |
 Zocco
é um burrinho muito
inteligente que nasceu
diferente: azul! Sua grande
amiga é Lilá,
uma galinha tagarela de
cor lilás! Eles
vivem numa fazenda no
interior de Minas Gerais,
cercados por vários
animais: vacas, porcos,
patos, cavalos, ovelhas...
e são todos felizes,
unidos como uma família.
Até que, um dia,
o dono da fazenda resolve
vender Zocco para um circo!
Será que o nosso
amiguinho azul conseguirá
escapar?
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“O
menino que queria viver
na floresta” |
 Após
uma visita ao zoológico,
Lucas, que adora animais,
começa a pensar
como deve ser horrível
para aqueles bichos viverem
presos em jaulas. Farto
de sua vida de obrigações
chatas, como ir a escola,
escovar os dentes e coisas
do tipo, resolve fugir
de casa e se juntar aos
seus amiguinhos na floresta.
A peraltice de Lucas transforma-se
numa aventura, onde ele
aprende um monte de coisas
importantes.
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“Sexta-Feira
13” |
 Numa
certa sexta-feira 13,
o pequeno Eduardo vive
um dia cheio de acontecimentos
estranhos, desde a hora
em que acorda. As pessoas
que cruzam o seu caminho
durante o dia todo, em
casa, na vizinhança,
na escola e até
no comércio, o
tratam de forma diferente
do costume e isso lhe
assusta e intriga. Ele
é tomado por uma
onda de medo, achando
que o motivo de tudo aquilo
é porque é
sexta-feira 13. Ele já
tinha ouvido coisas horríveis
sobre esse dia, por isto
não consegue imaginar
outra razão para
tanta esquisitice, até
que de repente tudo é
esclarecido.
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